No curso de técnico externo
- 50 horas-aula da Portaria nº 22/2026
- Inspeção técnica, direção defensiva e emergências
- Primeiros socorros e combate a incêndio com exercícios simulados
- Hospedagem e refeitório para quem vem de fora (consulte)
OTMAFormação de Vigilantes
Gosta de trabalho de rua e quer atuar com segurança eletrônica? O técnico externo é quem se desloca, desarmado, até o local de onde saiu o sinal do alarme ou do rastreador para verificar se a ocorrência é real. A formação (CFTE) e a atualização (CATE) têm 50 horas-aula cada, numa escola autorizada pela Polícia Federal.
Preencha em 20 segundos. O WhatsApp abre com a mensagem pronta para a equipe da OTMA.
Para quem quer trabalhar em campo
Enquanto o operador fica na central, o técnico externo vai até o endereço do alarme disparado. Para comparar com as outras funções, veja todos os cursos da OTMA.
A inspeção técnica é feita no local: você chega, se identifica, verifica os equipamentos e registra o que encontrou (Portaria nº 22/2026, Anexo XVII, roteiro de visita técnica).
Pode, e o contrário não vale: vigilante não pode fazer inspeção técnica de alarme (Decreto nº 13.012/2026, art. 34, § 6º). O plano do curso na Portaria nº 22/2026 não pede curso anterior.
O técnico não enfrenta e não intervém. O protocolo ensinado é acionar a central e a polícia e acompanhar a ocorrência à distância, inclusive em ataque a carro-forte.
São 6 horas-aula de direção defensiva: condução sob chuva e neblina, frenagem de emergência, distância de segurança e o Código de Trânsito aplicado ao condutor profissional.
O curso mostra as falhas mais comuns nas inspeções: queda de energia e bateria, perda de sinal de internet, câmera IP mal configurada e sensor mal posicionado.
Alojamento masculino e feminino e refeitório dentro do centro de treinamento, para quem vem de outra cidade fazer o CFTE.
A profissão
O técnico externo faz a inspeção técnica: vai ao local indicado pela central para verificar se o sinal emitido pelo alarme ou pelo rastreador é verdadeiro e, confirmada a ocorrência, avisa a central para que ela acione a polícia (IN DG/PF nº 340/2026, art. 143, § 2º). O Estatuto da Segurança Privada proíbe a ele o porte de arma de fogo, a intervenção direta na ocorrência e a revista pessoal (Lei nº 14.967/2024, art. 26, V).
A lei descreve a inspeção como o deslocamento de um profissional desarmado até a origem do sinal, para verificação, registro e comunicação do evento à central de monitoramento (Lei nº 14.967/2024, art. 7º, § 1º). Essa função é exclusiva do técnico: a empresa que usa vigilante ou vigilante supervisor para atender acionamento de alarme comete infração (IN 340, art. 181, XXVII).
Ele trabalha contratado por empresa de monitoramento, empresa de serviços de segurança privada ou serviço orgânico (IN 340, art. 143). A empresa de monitoramento que tem serviço próprio de inspeção precisa de no mínimo quatro técnicos externos registrados (IN 340, art. 21, § 2º), e pode usar ponto de apoio como base logística do técnico durante as inspeções (art. 39, § 6º).
O traje do técnico externo não precisa ser ostensivo como o do vigilante (IN 340, art. 8º, § 3º).
O que você aprende
São 11 disciplinas em 48 horas-aula, mais 2 de prova. Cinco delas só aparecem no curso de técnico externo: inspeção técnica, direção defensiva, resolução de emergências, primeiros socorros e combate a incêndio.
A atualização (CATE, Anexo XVIII) repete as 11 disciplinas com as mesmas cargas, agora para recordar o conteúdo da formação.
Quero fazer o curso| Disciplina | Carga |
|---|---|
| Inspeção Técnica de Sistemas Eletrônicos | 15 h/a |
| Noções de Direção Defensiva | 6 h/a |
| Resolução de Situações de Emergência | 3 h/a |
| Primeiros Socorros | 3 h/a |
| Prevenção e Combate a Incêndio | 3 h/a |
| Sistemas de comunicação | 3 h/a |
| Técnicas de Elaboração de Relatórios | 3 h/a |
| Noções de Segurança Privada | 3 h/a |
| Legislação Aplicada | 3 h/a |
| Direitos Humanos | 3 h/a |
| Sistema Nacional de Segurança Pública e Crime Organizado | 3 h/a |
| Disciplinas | 48 h/a |
| Avaliações | 2 h/a |
| Total | 50 h/a |
Requisitos
A matrícula no CFTE não depende de emprego na área (Lei nº 14.967/2024, art. 28, § 4º). O contrato com uma empresa só é exigido depois, para exercer a função.
Como funciona
Mande seus dados pelo formulário. A data do CFTE é combinada com a equipe pelo WhatsApp.
Os exames ficam com profissionais credenciados. A OTMA indica os profissionais e encaminha você.
Inspeção, direção, socorros e incêndio, com 90% de presença por disciplina e 55 questões na prova.
Homologado o curso, a Polícia Federal emite a Carteira Nacional de Técnico Externo (CNT), que vale dois anos.
Na prática
Para quem vem de outra cidade
Vem de longe para o CFTE? O centro de treinamento tem alojamento climatizado com 30 vagas masculinas e 15 femininas, e as refeições são servidas no refeitório da própria escola.
Investimento
A equipe passa o valor do CFTE ou da CATE pelo WhatsApp. Técnico já contratado faz a atualização às custas da empresa (IN 340, art. 111, § 2º). Mais detalhes em investimento nos cursos da OTMA.
Onde fica
A OTMA atende alunos de Santa Catarina inteira e do norte do Rio Grande do Sul, com hospedagem para quem vem de fora. Fica perto de Criciúma e região; confira a distância da sua região.
OTMA - Centro de Treinamento e Formação de Vigilantes
Rodovia Olívio Cechinel, 360, Esplanada
Içara/SC, 88825-190
Segunda a sexta, das 8h às 17h
Dúvidas frequentes
Ainda com dúvida? A equipe responde pelo WhatsApp. Veja também as dúvidas gerais sobre os cursos.
Falar com a escolaNão. A Lei nº 14.967/2024 (art. 26, V) proíbe ao técnico externo, em qualquer situação, o porte de arma de fogo, a intervenção direta na ocorrência e a revista pessoal. A inspeção é feita por profissional desarmado (art. 7º, § 1º).
Não intervém. O protocolo da Portaria nº 22/2026 (Anexo XVII) é acionar imediatamente a central ou a polícia e acompanhar a ocorrência à distância, registrando as informações úteis para a investigação.
Não. O Decreto nº 13.012/2026 (art. 34, § 6º) proíbe que vigilante ou vigilante supervisor faça a inspeção técnica de sinais de alarme, e a IN 340 pune a empresa que fizer isso (art. 181, XXVII).
Não. O CFTE não pede curso anterior (Portaria nº 22/2026, Anexo XVII). Os requisitos são 18 anos, ensino médio e aptidão no exame de saúde mental e psicológica.
O traje do técnico externo não precisa ter o caráter ostensivo exigido do vigilante (IN DG/PF nº 340/2026, art. 8º, § 3º).
Porque a Portaria trata a condução segura de veículos como parte da rotina profissional do técnico externo. São 6 horas-aula, a segunda maior carga do curso.
A Carteira Nacional de Técnico Externo de Sistema Eletrônico de Segurança (CNT), emitida pela Polícia Federal (IN 340, art. 126, V). Vale dois anos e é emitida de novo a cada atualização homologada (art. 128, § 1º).
Antes de o curso completar dois anos. A CATE tem 50 horas-aula, exige o CFTE concluído e é paga pelo empregador de quem está contratado (IN 340, art. 111, § 2º).
O técnico externo vai até o local verificar o sinal. O operador monitora os sinais dentro da central. O supervisor de monitoramento faz o controle operacional da central e acompanha as inspeções externas.
O valor vai pelo WhatsApp, junto com a data da turma. Veja como funciona o pagamento.
Página atualizada em . Fontes oficiais: Lei nº 14.967/2024, Decreto nº 13.012/2026, Instrução Normativa DG/PF nº 340/2026 (Diário Oficial da União de 04/08/2026) e Portaria nº 22-CGCSP/DPA/PF/2026.
Turmas com datas a combinar
Mande seu nome e WhatsApp e a equipe combina com você a próxima turma de técnico externo.
Quero minha vaga