No curso de operador
- CFOP ou CAOP com 50 horas-aula
- Protocolos de central, rastreamento e cibersegurança
- Prova final e envio para homologação
- Alojamento e refeitório (consulte as condições)
OTMAFormação de Vigilantes
Quer trabalhar numa central de monitoramento e não sabe que curso fazer? O Estatuto da Segurança Privada criou a profissão de operador de sistema eletrônico de segurança, encarregado de monitorar alarmes, vídeo, raios X e scanners. A OTMA oferece a formação (CFOP) e a atualização (CAOP), com 50 horas-aula cada.
Preencha em 20 segundos. O WhatsApp abre com a mensagem pronta para a equipe da OTMA.
Para quem quer trabalhar com monitoramento
O operador é quem fica na central, diante dos sinais de alarme, das câmeras e dos rastreadores. Para comparar com as outras funções, veja todos os cursos da OTMA.
A IN DG/PF nº 340/2026 (art. 143, § 3º) define a tarefa: monitoramento eletrônico, acompanhamento remoto e controle de bens, numerário e valores. O curso foi desenhado para essa rotina.
Pode. O plano do curso na Portaria nº 22/2026 (Anexo XV) não pede nenhum curso anterior. Para trabalhar, a lei pede 18 anos, ensino médio e aptidão no exame de saúde mental e psicológica.
O plano não exige conhecimento técnico anterior. São 15 horas-aula sobre câmeras, alarmes, sensores, controle de acesso, rastreadores e os softwares que juntam tudo numa só tela.
Você estuda os alertas do rastreamento: desvio de rota, parada não autorizada, abertura de baú ou cofre e botão de pânico do motorista. E o que fazer em cada um: acionar o técnico externo, avisar o cliente e, se confirmado, chamar a polícia.
O monitoramento precisa seguir a lei de proteção de dados (IN 340, art. 142). Por isso o curso trata da LGPD em Legislação Aplicada e dedica 3 horas-aula à cibersegurança na central.
Alojamento masculino e feminino e refeitório dentro do centro de treinamento. Você fica perto da sala de aula durante as 50 horas-aula.
A profissão
O operador de sistema eletrônico de segurança monitora, de dentro da central, alarmes, câmeras, raios X, scanners e rastreadores, e aciona a resposta quando um sinal indica ocorrência. A lei proíbe a ele, em qualquer situação, o porte de arma de fogo e a revista pessoal (Lei nº 14.967/2024, art. 26, VI).
Os equipamentos que ele acompanha estão no Decreto nº 13.012/2026 (art. 35): câmeras e gravadores digitais, alarmes, sensores de presença, vibração, ruptura, temperatura e abertura de cofres, dispositivos de geolocalização de veículos e malotes, telemetria, botões de emergência, raios X, scanners, detectores de metal e os softwares de supervisão.
Ele só pode trabalhar contratado por empresa de monitoramento e rastreamento, por empresa de serviços de segurança privada ou por empresa ou condomínio com serviço orgânico (IN 340, art. 143). Toda empresa de monitoramento autorizada precisa comprovar pelo menos quatro operadores registrados na Polícia Federal e com curso válido (IN 340, art. 21, § 2º).
Diferente do vigilante, o operador pode trabalhar sem uniforme quando não faz atividade externa, a critério do empregador (IN 340, art. 8º, § 4º).
O que você aprende
A formação tem 11 disciplinas em 48 horas-aula, mais 2 de prova, com 5 a 10 horas-aula por dia. Duas delas só existem no curso de operador: Cibersegurança e Inteligência Artificial e Qualidade de Vida no Trabalho.
A atualização (CAOP, Anexo XVI) tem as mesmas 11 disciplinas e as mesmas cargas, com o objetivo de recordar e atualizar o conteúdo da formação.
Quero fazer o curso| Disciplina | Carga |
|---|---|
| Sistemas Eletrônicos de Segurança | 15 h/a |
| Cibersegurança e Inteligência Artificial | 6 h/a |
| Gerenciamento de Crises | 4 h/a |
| Sistemas de comunicação | 3 h/a |
| Técnicas de Elaboração de Relatórios | 3 h/a |
| Relações Humanas no Trabalho | 3 h/a |
| Legislação Aplicada | 3 h/a |
| Noções de Segurança Privada | 3 h/a |
| Direitos Humanos | 3 h/a |
| Sistema Nacional de Segurança Pública e Crime Organizado | 3 h/a |
| Qualidade de Vida no Trabalho | 2 h/a |
| Disciplinas | 48 h/a |
| Avaliações | 2 h/a |
| Total | 50 h/a |
Requisitos
Pode fazer quem tem 18 anos e ensino médio completo, sem precisar ser vigilante. O registro de operador na Polícia Federal pede o certificado do ensino médio e o certificado do CFOP homologado (IN 340, art. 125, IV).
Como funciona
Pelo formulário. A equipe combina a data da turma de operador e manda o valor pelo WhatsApp.
Feito por profissionais credenciados. A OTMA indica quem atende e faz o encaminhamento.
Presença mínima de 90% em cada disciplina e 50 questões na prova final.
Com o curso homologado, a Polícia Federal emite a Carteira Nacional de Operador (CNO), válida por dois anos.
Na prática
Para quem vem de outra cidade
Quem vem de outra cidade para o curso de operador fica no alojamento climatizado da OTMA: 30 vagas masculinas e 15 femininas, com refeitório no mesmo centro de treinamento.
Investimento
O valor vai pelo WhatsApp, com a data da turma. Se você já trabalha numa central, a atualização é paga pelo empregador (IN 340, art. 111, § 2º). Veja como funciona o pagamento na OTMA.
Onde fica
A sala de aula fica no bairro Esplanada, perto de Criciúma e região. Alunos de toda Santa Catarina e do norte do Rio Grande do Sul contam com hospedagem. Veja a distância de cada região até a escola.
OTMA - Centro de Treinamento e Formação de Vigilantes
Rodovia Olívio Cechinel, 360, Esplanada
Içara/SC, 88825-190
Segunda a sexta, das 8h às 17h
Dúvidas frequentes
Ainda com dúvida? A equipe responde pelo WhatsApp. Veja também as dúvidas gerais sobre os cursos.
Falar com a escolaNão. O plano do CFOP (Portaria nº 22/2026, Anexo XV) não pede curso anterior, e a lei trata o operador como profissão própria, com requisitos próprios (Lei nº 14.967/2024, art. 28, § 3º).
Não. A lei proíbe ao operador, em qualquer situação, o porte de arma de fogo e a revista pessoal (Lei nº 14.967/2024, art. 26, VI). Por isso o curso não tem aula de tiro.
Em empresa de monitoramento de sistemas eletrônicos e rastreamento, em empresa de serviços de segurança privada ou em empresa ou condomínio com serviço orgânico de segurança, sempre com contrato (IN DG/PF nº 340/2026, art. 143).
Pode não usar. A IN 340 dispensa o uniforme do operador que não faz atividade externa, a critério do empregador (art. 8º, § 4º).
São 50 horas-aula: 48 de disciplinas e 2 de prova. Com 5 a 10 horas-aula por dia, o curso leva pelo menos 5 dias, e a equipe informa o calendário da turma.
A Carteira Nacional de Operador de Sistema Eletrônico de Segurança (CNO), emitida pela Polícia Federal depois da homologação do curso (IN 340, art. 126, IV). Ela vale dois anos e é emitida de novo após cada atualização (art. 128, § 1º).
O curso vale dois anos, e a atualização (CAOP) precisa ser feita antes de vencer, paga pelo empregador se você estiver empregado (IN 340, art. 111, § 2º). Passados dez anos do vencimento, só refazendo a formação (art. 111, § 7º).
Não. O Decreto nº 13.012/2026 (art. 32, § 6º) exige aulas presenciais nos cursos de sistemas eletrônicos, salvo situações excepcionais autorizadas pela Polícia Federal.
O operador acompanha os sinais na central. O técnico externo vai até o local verificar o sinal. O supervisor de monitoramento faz o controle operacional da central. Cada função tem curso próprio.
O valor vai pelo WhatsApp, e a OTMA tem alojamento e refeitório para quem vem de outra cidade. Veja as condições de hospedagem.
Página atualizada em . Fontes oficiais: Lei nº 14.967/2024, Decreto nº 13.012/2026, Instrução Normativa DG/PF nº 340/2026 (Diário Oficial da União de 04/08/2026) e Portaria nº 22-CGCSP/DPA/PF/2026.
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