Curso de Operador de Sistema Eletrônico de Segurança

Quer trabalhar numa central de monitoramento e não sabe que curso fazer? O Estatuto da Segurança Privada criou a profissão de operador de sistema eletrônico de segurança, encarregado de monitorar alarmes, vídeo, raios X e scanners. A OTMA oferece a formação (CFOP) e a atualização (CAOP), com 50 horas-aula cada.

  • Formação de operador (CFOP) com 50 h/a e atualização (CAOP) com 50 h/a
  • 15 h/a de sistemas eletrônicos e 6 h/a de cibersegurança e inteligência artificial
  • Não exige a formação de vigilante
  • Escola autorizada pela Polícia Federal: Alvará nº 2.205/2025
  • Alojamento e refeitório para quem vem de outra cidade

4,8 no Google com 52 avaliações de alunos

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Ficha do curso

Carga horária
50 h/a
Atualização
50 h/a
Requisito
18 anos e ensino médio
Turmas
Datas a combinar

Para quem quer trabalhar com monitoramento

O que segura quem quer entrar no monitoramento? A OTMA resolve

O operador é quem fica na central, diante dos sinais de alarme, das câmeras e dos rastreadores. Para comparar com as outras funções, veja todos os cursos da OTMA.

  • “Quero trabalhar numa central”

    A IN DG/PF nº 340/2026 (art. 143, § 3º) define a tarefa: monitoramento eletrônico, acompanhamento remoto e controle de bens, numerário e valores. O curso foi desenhado para essa rotina.

  • “Não sou vigilante. Posso fazer?”

    Pode. O plano do curso na Portaria nº 22/2026 (Anexo XV) não pede nenhum curso anterior. Para trabalhar, a lei pede 18 anos, ensino médio e aptidão no exame de saúde mental e psicológica.

  • “Nunca mexi com esses sistemas”

    O plano não exige conhecimento técnico anterior. São 15 horas-aula sobre câmeras, alarmes, sensores, controle de acesso, rastreadores e os softwares que juntam tudo numa só tela.

  • “E se o caminhão sair da rota?”

    Você estuda os alertas do rastreamento: desvio de rota, parada não autorizada, abertura de baú ou cofre e botão de pânico do motorista. E o que fazer em cada um: acionar o técnico externo, avisar o cliente e, se confirmado, chamar a polícia.

  • “Vou ver imagens e dados de clientes”

    O monitoramento precisa seguir a lei de proteção de dados (IN 340, art. 142). Por isso o curso trata da LGPD em Legislação Aplicada e dedica 3 horas-aula à cibersegurança na central.

  • “Moro longe de Içara”

    Alojamento masculino e feminino e refeitório dentro do centro de treinamento. Você fica perto da sala de aula durante as 50 horas-aula.

A profissão

O que faz o operador de sistema eletrônico de segurança

O operador de sistema eletrônico de segurança monitora, de dentro da central, alarmes, câmeras, raios X, scanners e rastreadores, e aciona a resposta quando um sinal indica ocorrência. A lei proíbe a ele, em qualquer situação, o porte de arma de fogo e a revista pessoal (Lei nº 14.967/2024, art. 26, VI).

Os equipamentos que ele acompanha estão no Decreto nº 13.012/2026 (art. 35): câmeras e gravadores digitais, alarmes, sensores de presença, vibração, ruptura, temperatura e abertura de cofres, dispositivos de geolocalização de veículos e malotes, telemetria, botões de emergência, raios X, scanners, detectores de metal e os softwares de supervisão.

Ele só pode trabalhar contratado por empresa de monitoramento e rastreamento, por empresa de serviços de segurança privada ou por empresa ou condomínio com serviço orgânico (IN 340, art. 143). Toda empresa de monitoramento autorizada precisa comprovar pelo menos quatro operadores registrados na Polícia Federal e com curso válido (IN 340, art. 21, § 2º).

Diferente do vigilante, o operador pode trabalhar sem uniforme quando não faz atividade externa, a critério do empregador (IN 340, art. 8º, § 4º).

O que você aprende

Grade do curso de operador

A formação tem 11 disciplinas em 48 horas-aula, mais 2 de prova, com 5 a 10 horas-aula por dia. Duas delas só existem no curso de operador: Cibersegurança e Inteligência Artificial e Qualidade de Vida no Trabalho.

A atualização (CAOP, Anexo XVI) tem as mesmas 11 disciplinas e as mesmas cargas, com o objetivo de recordar e atualizar o conteúdo da formação.

Quero fazer o curso
Formação de operador (CFOP)
DisciplinaCarga
Sistemas Eletrônicos de Segurança15 h/a
Cibersegurança e Inteligência Artificial6 h/a
Gerenciamento de Crises4 h/a
Sistemas de comunicação3 h/a
Técnicas de Elaboração de Relatórios3 h/a
Relações Humanas no Trabalho3 h/a
Legislação Aplicada3 h/a
Noções de Segurança Privada3 h/a
Direitos Humanos3 h/a
Sistema Nacional de Segurança Pública e Crime Organizado3 h/a
Qualidade de Vida no Trabalho2 h/a
Disciplinas48 h/a
Avaliações2 h/a
Total50 h/a

O que cai em cada bloco

  • Sistemas Eletrônicos (15 h/a) em três partes de 5 h/a: equipamentos de CFTV, alarme, controle de acesso, biometria, raio-x e portaria remota; plataformas de integração (PSIM) e rotina da central; rastreamento de veículos e cargas com telemetria. O plano da Portaria prevê exercícios práticos em simuladores e centrais de monitoramento.
  • Cibersegurança e IA (6 h/a): ameaças digitais à segurança privada, criptografia, resposta a incidentes cibernéticos, reconhecimento facial, análise de comportamento e alertas automáticos sobre imagens em tempo real.
  • Sistemas de comunicação (3 h/a): rádios HT em UHF, VHF e trunking digital, VoIP, alfabeto fonético e códigos Q e 10, com simulações de protocolo de central.
  • Relações Humanas (3 h/a): sigilo, postura em central de monitoramento e responsabilidade civil e criminal do operador.
  • Avaliação: prova objetiva com 5 questões por disciplina teórica, 50 no total, e nota mínima 6 de 10 em cada uma. Qualidade de Vida no Trabalho é avaliada pelo instrutor, sem nota.

Requisitos

Quem pode fazer o curso de operador

Pode fazer quem tem 18 anos e ensino médio completo, sem precisar ser vigilante. O registro de operador na Polícia Federal pede o certificado do ensino médio e o certificado do CFOP homologado (IN 340, art. 125, IV).

  • 18 anos ou mais e ensino médio completo
  • Apto no exame de saúde mental e psicológica
  • Sem antecedentes por crime doloso
  • Atualização (CAOP): ter concluído o CFOP

Como funciona

Da matrícula à carteira de operador

  1. Reserve a vaga

    Pelo formulário. A equipe combina a data da turma de operador e manda o valor pelo WhatsApp.

  2. Exame de saúde mental e psicológica

    Feito por profissionais credenciados. A OTMA indica quem atende e faz o encaminhamento.

  3. 50 horas-aula na OTMA

    Presença mínima de 90% em cada disciplina e 50 questões na prova final.

  4. CNO

    Com o curso homologado, a Polícia Federal emite a Carteira Nacional de Operador (CNO), válida por dois anos.

Quero reservar minha vaga

Na prática

Como são as aulas na OTMA

  • Turma do curso de vigilante reunida com os instrutores na sala de aula da OTMA
    Turma e instrutores na sala de aula.
  • Sala de aula ampla e climatizada da OTMA com uma turma completa de alunos
    Sala de aula ampla e climatizada.
  • Alunos almoçam no refeitório da OTMA, dentro do centro de treinamento
    Refeitório dentro do centro de treinamento.

Para quem vem de outra cidade

Hospedagem e alimentação durante o curso

Quem vem de outra cidade para o curso de operador fica no alojamento climatizado da OTMA: 30 vagas masculinas e 15 femininas, com refeitório no mesmo centro de treinamento.

Consultar hospedagem

Investimento

Quanto custa o curso de operador

O valor vai pelo WhatsApp, com a data da turma. Se você já trabalha numa central, a atualização é paga pelo empregador (IN 340, art. 111, § 2º). Veja como funciona o pagamento na OTMA.

No curso de operador

  • CFOP ou CAOP com 50 horas-aula
  • Protocolos de central, rastreamento e cibersegurança
  • Prova final e envio para homologação
  • Alojamento e refeitório (consulte as condições)
Receber valor e condições

Onde fica

Curso de operador em Içara, a 23 km do centro de Criciúma

A sala de aula fica no bairro Esplanada, perto de Criciúma e região. Alunos de toda Santa Catarina e do norte do Rio Grande do Sul contam com hospedagem. Veja a distância de cada região até a escola.

OTMA - Centro de Treinamento e Formação de Vigilantes
Rodovia Olívio Cechinel, 360, Esplanada
Içara/SC, 88825-190

Segunda a sexta, das 8h às 17h

WhatsApp: (48) 99921-0122

Telefone: (48) 3442-0433

contato@otmact.com.br

Dúvidas frequentes

Tudo sobre o curso de operador de sistema eletrônico

Ainda com dúvida? A equipe responde pelo WhatsApp. Veja também as dúvidas gerais sobre os cursos.

Falar com a escola
Operador de monitoramento precisa ser vigilante?

Não. O plano do CFOP (Portaria nº 22/2026, Anexo XV) não pede curso anterior, e a lei trata o operador como profissão própria, com requisitos próprios (Lei nº 14.967/2024, art. 28, § 3º).

Operador de monitoramento anda armado?

Não. A lei proíbe ao operador, em qualquer situação, o porte de arma de fogo e a revista pessoal (Lei nº 14.967/2024, art. 26, VI). Por isso o curso não tem aula de tiro.

Onde o operador pode trabalhar?

Em empresa de monitoramento de sistemas eletrônicos e rastreamento, em empresa de serviços de segurança privada ou em empresa ou condomínio com serviço orgânico de segurança, sempre com contrato (IN DG/PF nº 340/2026, art. 143).

O operador usa uniforme?

Pode não usar. A IN 340 dispensa o uniforme do operador que não faz atividade externa, a critério do empregador (art. 8º, § 4º).

Quanto tempo dura o curso de operador?

São 50 horas-aula: 48 de disciplinas e 2 de prova. Com 5 a 10 horas-aula por dia, o curso leva pelo menos 5 dias, e a equipe informa o calendário da turma.

Qual carteira o operador recebe?

A Carteira Nacional de Operador de Sistema Eletrônico de Segurança (CNO), emitida pela Polícia Federal depois da homologação do curso (IN 340, art. 126, IV). Ela vale dois anos e é emitida de novo após cada atualização (art. 128, § 1º).

De quanto em quanto tempo preciso fazer a atualização?

O curso vale dois anos, e a atualização (CAOP) precisa ser feita antes de vencer, paga pelo empregador se você estiver empregado (IN 340, art. 111, § 2º). Passados dez anos do vencimento, só refazendo a formação (art. 111, § 7º).

Dá para fazer o curso de operador online?

Não. O Decreto nº 13.012/2026 (art. 32, § 6º) exige aulas presenciais nos cursos de sistemas eletrônicos, salvo situações excepcionais autorizadas pela Polícia Federal.

Qual a diferença entre operador, técnico externo e supervisor de monitoramento?

O operador acompanha os sinais na central. O técnico externo vai até o local verificar o sinal. O supervisor de monitoramento faz o controle operacional da central. Cada função tem curso próprio.

Quanto custa e onde fico se moro longe?

O valor vai pelo WhatsApp, e a OTMA tem alojamento e refeitório para quem vem de outra cidade. Veja as condições de hospedagem.

Página atualizada em . Fontes oficiais: Lei nº 14.967/2024, Decreto nº 13.012/2026, Instrução Normativa DG/PF nº 340/2026 (Diário Oficial da União de 04/08/2026) e Portaria nº 22-CGCSP/DPA/PF/2026.

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